Terror e Pânico: Solteira aos 37.
Como homem, quem sabe muitas vantagens. Talvez maduro, uma vida estável, ele trabalhou. E se teve três filhos, estão bem educados, três belas gozadas, agora com a ex.
A mulher de 37, solteira, o corpo de três filhos, buscando o seguro, um provedor, seu porto. Ele busca o corpo de 27, de 19; por isso o desespero! Case-se antes dos 30! Quem sabe desde o colégio, na faculdade! O Amor da sua vida!
O amor da vida desse homem: Viver! Comer a vida e todas elas. As que todavia não se assustaram, nem se apavoram com a solidão. Elas que não têm filhos e na verdade não os querem ainda.
domingo, 4 de maio de 2008
quarta-feira, 16 de abril de 2008
Quais são as mãos que acariciam o corpo,
Quando este sofre as dores de um amor bruto?
E chega a adoecer de amor?
Porque o corpo chora.
O corpo dança a música da alma.
E quando canta,
Canta o que toca a alma,
E quando sente, vibra, e sua, e sangra
O que vem da alma.
Porque só, o corpo não grita.
Só não sente.
Por que só, não ama.
Quando este sofre as dores de um amor bruto?
E chega a adoecer de amor?
Porque o corpo chora.
O corpo dança a música da alma.
E quando canta,
Canta o que toca a alma,
E quando sente, vibra, e sua, e sangra
O que vem da alma.
Porque só, o corpo não grita.
Só não sente.
Por que só, não ama.
terça-feira, 1 de abril de 2008
É frio
É frio como orvalho.
Apunhala o âmago do estomago.
É latente! É quente!
É sofrido... O que é? Existe motivo?
Tamanha insuportabilidade de tanta impotência
É devastador, covarde, austero... Quieto
O apego da ilusão vã da posse,
Uma sina geral, universal.
Que quanto mais se aventura a refletir
Menos respostas escoam
A angustia de não saber razões distancia,
Em casa suspiro, do sentimento
e a dor é latente, quente.
Apunhala o âmago do estomago.
É frio como orvalho.
Apunhala o âmago do estomago.
É latente! É quente!
É sofrido... O que é? Existe motivo?
Tamanha insuportabilidade de tanta impotência
É devastador, covarde, austero... Quieto
O apego da ilusão vã da posse,
Uma sina geral, universal.
Que quanto mais se aventura a refletir
Menos respostas escoam
A angustia de não saber razões distancia,
Em casa suspiro, do sentimento
e a dor é latente, quente.
Apunhala o âmago do estomago.
Berço
Continuo. Permaneço
O caos do sistema,
Um triste solitário cidadão brasileiro,
Felicidade é meu oficio, trabalho o dia inteiro.
Muitos caminham, reconheço poucos.
Seus passos divulgam seus semblantes incomuns
É fácil etiquetá-los, todos com seus códigos de barra, arrastam o cotidiano.
O que buscam eles?
Meros mortais. Vivem...Vivem? Acham que vivem.
Tão apressados se tornam funcionais ao tempo.
Funcionais a matéria, escravos da miséria.
Porém nem todo caminho é enfadonho,
Poucas são as pedras portuguesas soltas.
Presencio também
Samba, cor. Ritmo, arte, amor.
Pintura, fulgura!
Um idioma na baixada, na favela, na zona sul.
Um passo típico, um rebolado pessoal.
Mais uma mistura cultural, mistura racial.
O berço da diversidade é também meu berço
Minha casa, meu lar,
Amparo do mendigo, a cidade parece me abraçar.
Continuo. Permaneço
O caos do sistema,
Um triste solitário cidadão brasileiro,
Felicidade é meu oficio, trabalho o dia inteiro.
Muitos caminham, reconheço poucos.
Seus passos divulgam seus semblantes incomuns
É fácil etiquetá-los, todos com seus códigos de barra, arrastam o cotidiano.
O que buscam eles?
Meros mortais. Vivem...Vivem? Acham que vivem.
Tão apressados se tornam funcionais ao tempo.
Funcionais a matéria, escravos da miséria.
Porém nem todo caminho é enfadonho,
Poucas são as pedras portuguesas soltas.
Presencio também
Samba, cor. Ritmo, arte, amor.
Pintura, fulgura!
Um idioma na baixada, na favela, na zona sul.
Um passo típico, um rebolado pessoal.
Mais uma mistura cultural, mistura racial.
O berço da diversidade é também meu berço
Minha casa, meu lar,
Amparo do mendigo, a cidade parece me abraçar.
quarta-feira, 26 de março de 2008
Pulsar
Pulso. Pelo simples impulso me movo, de novo. Sinto que algo em mim se move, vive. É como se de fato soubesse, e sei, que meu corpo em coro com o mundo canta, e quer movimento, quer sentir o vento. Sinto a vida, seu forte pulsar. O sangue que corre não pára, e no pulso o sinto. Dentro de mim algo existe, e nasce e morre a cada seguido segundo, não pára, e sinto; que em meio a tantas e tantas coisas a que nos propomos ao despertar de cada dia, estão vontades sinceras e anseios do coração, este que pulsa, e luta só, pela existência, ou pela sobrevida nas batalhas que se travam sempre, e novamente iguais, eternas em nós, e no pó do mundo. As freqüentes dúvidas e os questionamentos humanos de novo pulsam, e se fazem existir, já que sem dúvidas ou incertezas não há impulsos ou respostas.
Pulso. Pelo simples impulso me movo, de novo. Sinto que algo em mim se move, vive. É como se de fato soubesse, e sei, que meu corpo em coro com o mundo canta, e quer movimento, quer sentir o vento. Sinto a vida, seu forte pulsar. O sangue que corre não pára, e no pulso o sinto. Dentro de mim algo existe, e nasce e morre a cada seguido segundo, não pára, e sinto; que em meio a tantas e tantas coisas a que nos propomos ao despertar de cada dia, estão vontades sinceras e anseios do coração, este que pulsa, e luta só, pela existência, ou pela sobrevida nas batalhas que se travam sempre, e novamente iguais, eternas em nós, e no pó do mundo. As freqüentes dúvidas e os questionamentos humanos de novo pulsam, e se fazem existir, já que sem dúvidas ou incertezas não há impulsos ou respostas.
segunda-feira, 24 de março de 2008
domingo, 23 de março de 2008
Pensa, lê, escreve, pensa, lê, escreve....
E fala, e fala, e fala...
Se a gente não pensasse tanto pra escrever....
ou pensasse um pouco mais antes de falar...
A escrita como um parto, e a fala como água, que escorre sem controle...
No fim não se sabe se as piores coisas são as escritas com pudor, ou aquelas que escapam de bocas vazias
E fala, e fala, e fala...
Se a gente não pensasse tanto pra escrever....
ou pensasse um pouco mais antes de falar...
A escrita como um parto, e a fala como água, que escorre sem controle...
No fim não se sabe se as piores coisas são as escritas com pudor, ou aquelas que escapam de bocas vazias
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